Results for 'mundanidad'

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  1.  96
    (1 other version)Apoliticismo y carencia de mundanidad: Arendt-Heidegger.Marcos García de la Huerta - 2015 - Revista de filosofía (Chile) 71:79-92.
    Heidegger nunca llama a la política por su nombre; escribe la palabra entre comillas, pues la “política” carece de verdad; pero su adhesión al nacionalsocialismo es consistente con sus ideas, sobre todo las relativas a la historicidad, la resolución y el destino del pueblo ¿Quiere decir que la “política” carente de esencia se inviste de “verdad interna”? ¿Habría una filosofía nazi de verdad? La “animadversión contra la política”, que advierte Arendt en la mayoría de los filósofos, tiene una réplica en (...)
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  2.  9
    Existencia, mundanidad, cristianismo: introducción filosófico antropológica a la teología fundamental.Javier Monserrat - 1974 - Madrid: Consejo Superior de Investigaciones Científicas, Instituto de Filosofía Luis Vives.
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  3.  16
    " Mundanidade" E quotidiano na cultura portuguesa de setecentos.Trindade Gago Da Ímaria Alexandra - 2004 - História 1:107-118.
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  4.  15
    Origem do reflexo estético, mundanidade e considerações preliminares sobre a obra de arte na “Estética” (1963) de Georg Lukács.Renata Altenfelder Garcia Gallo - 2020 - Verinotio – Revista on-line de Filosofia e Ciências Humanas 26 (1):106-125.
    A partir da descrição das noções de reflexo artístico e de mundanidade na estética de maturidade de Georg Lukács, este estudo pretende apresentar algumas questões preliminares acerca do que vem a ser a obra de arte, suas particularidades e seus pressupostos na “Estética” (1963), com o intuito de ressaltar, por fim, o caráter absolutamente humanista dessa obra lukacsiana.
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  5.  12
    La distinción entre mundanidad, mundo y cosmos en Xavier Zubiri.Jesús Sáez Cruz - 1992 - Cuadernos Salmantinos de Filosofía 19:313-362.
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  6.  4
    Una problemática oculta en Heidegger: a propósito de la mundanidad de lo corpóreo / A hidden problematic in Heidegger: on the mundaneness of the corporeal.Fernando Gilabert - 2024 - Boletín de Estudios de Filosofía y Cultura Manuel Mindán. Issn: 1699-5244 17:143-154.
    Se ha reprochado a Heidegger su descuido de la cuestión del cuerpo, pero la recepción de la publicación póstuma de los Seminarios de Zollikon cambió esta visión. Desde entonces se defiende una fenomenología de la corporeidad en su pensamiento desde la diferencia entre Leib y Körper, ya planteada en Husserl. Pero más allá de este texto tardío, la problemática de la corporalidad ya estaba presente en Sein und Zeit, pues la cuestión de la mundanidad implica un cuerpo necesario que (...)
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  7.  19
    Remisión, orientación y comprensión mundana. Apuntes sobre el análisis heideggeriano del signo en el § 17 de Sein und Zeit.Alejandro G. Vigo - 2020 - Studia Heideggeriana 9:113-135.
    El análisis del signo que Heidegger desarrolla en el § 17 de Sein und Zeit complementa la caracterización ontológica del ente intramundano presentada en los §§ 15-16. El peculiar modo en el cual el ente signo es “a la mano” le permite a Heidegger poner de relieve aspectos básicos de la estructura de la mundanidad, el trato práctico-operativo con el ente intramundano y la compresión mundana a cuyo aseguramiento contribuye decisivamente el empleo de signos. El análisis heideggeriano pone, además, (...)
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  8.  15
    Jan Patočka’s Transcendence to the World.Michael Gubser - 2014 - Investigaciones Fenomenológicas 4:155.
    This essay examines Czech philosopher Jan Patočka’s phenomenology as a philosophy of freedom. It shows how Patočka’s phenomenological concept of worldliness, initially cast within a largely philosophical framework as the domain of human action and transcendence, turned toward a philosophical history of the modern age, viewed as increasingly post-European. Patočka hoped for the moral renewal of a fallen modernity, led first by non-Europeans after the era of decolonization and then by a “solidarity of the shaken” during the dark 1970s of (...)
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  9. Aspectos filosóficos da narrativa do Ecce homo de Nietzsche: uma perspectiva em autoencenação.Gabriel Herkenhoff Coelho Moura - 2020 - Griot : Revista de Filosofia 20 (3):125-144.
    O último livro escrito por Nietzsche, Ecce homo: como alguém se torna o que se é, é uma de suas obras mais controversas, tendo sido tomada como sinal de prepotência, como autoexposição egocêntrica e como prenúncio do colapso que interrompeu sua trajetória intelectual em janeiro de 1889. As controvérsias foram alimentadas, em parte, pela peculiar narrativa encontrada no livro – ele conta a si sua vida e obra em tom elogioso e hiperbólico –, em parte, pelo fato de que a (...)
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  10.  97
    Worldliness in Husserl’s late manuscripts on the constitution of time.Roberto J. Walton - 2006 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (2):141-158.
    Os chamados manuscritos C, recentemente publicados, têm um interesse especial para a clarificação da constituição do mundo na medida em que mostram como, a partir de um mundo primordial ou quasi-mundo correlato à pré-intencionalidade, se atinge o mundo plenamente intersubjetivo constituído por uma intencionalidade de interesses desde uma práxis comunicativa. Seguindo os manuscritos, este artigo tem um propósito quádruplo: 1) tentar discernir diferentes caracterizações do mundo como horizonte universal, representação-mundo, todo, forma, idéia e fundamento; mostra-se, assim, o papel da temporalidade (...)
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  11.  7
    República y poema.Sergio Villalobos-Ruminott - 2022 - Res Pública. Revista de Historia de Las Ideas Políticas 25 (1):97-108.
    El materialismo salvaje desarrollado por Jacques Lezra no solo se opone a las cosmologías y ontologías modernas, articuladas en torno a un principio de organización de lo que hay, sino que también se expresa políticamente bajo la forma de un republicanismo salvaje que difiere no solo del republicanismo liberal sino también del llamado republicanismo normativo ilustrado. ¿De qué trata este republicanismo salvaje, abierto a la diferencia entre terror y terrorismo?, ¿qué consecuencias tiene su desmontaje de los presupuestos normativos y soberanos (...)
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  12.  6
    O Problema Ontológico Do Espaço Nos Parágrafos 22 a 24 de Ser e Tempo.Acylene Ferreira - 2022 - Síntese Revista de Filosofia 49 (154):387.
    Por que o problema ontológico do espaço ainda está em aberto na filosofia heideggeriana, assumimos a questão do ser do espaço como nosso próprio problema. Para tratarmos dessa problemática, recorremos aos parágrafos 22 a 24 de Ser e tempo, onde Heidegger nos apresenta uma analítica do espaço. Partimos do pressuposto que a espacialidade é um a priori, que libera o espaço como um caráter de ser do Dasein e do ente intramundano. Nosso objetivo é investigar em que medida podemos considerar (...)
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  13.  61
    Joan Maragall: Pensamiento y Personalidad.Jordi Maragall Noble - 1997 - Anales Del Seminario de Historia de la Filosofía 14:153.
    Joan Maragall es representante del modernismo catalán, afín al simbolismo y al parnasianismo de Francia. En el poesía y vida van estrechamente ligados. Acentúa la dimensión ética y cultural de exigencia de fidelidad a la experiencia personal de sinceridad. Llega a la cuestión última sin dejar de profundizar la absoluta relación del sujeto con el mundo. Combina la profundidad unamuniana y la mundanidad orteguiana.
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  14.  14
    Heidegger e a noção de jogo como disposição.José Fernando Schuck - 2020 - Griot : Revista de Filosofia 20 (1):193-203.
    Na filosofia contemporânea, as abordagens da noção de jogo raramente fazem referência a Heidegger; em preleções ministradas no curso de inverno de 1928/1929, Heidegger apresentou importantes reflexões sobre o que considerava ser o jogo originário da transcendência, as quais exerceram influência em autores que aprofundaram o debate sobre a noção de jogo, tais como Hans-Georg Gadamer, em Verdade e Método, e Eugen Fink, em O jogo como símbolo do mundo. Este artigo pretende tratar da noção de jogo desenvolvida na obra (...)
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  15.  17
    A Abertura Fenomenológica da Esfera da Vivência Contida Na Analítica da Existência de Martin Heidegger.Dayana Paes de Araujo - 2024 - Cadernos Do Pet Filosofia 15 (29):20-35.
    This article discusses the limits of the modern conception of Science arising from the fracture established between scientific and philosophical knowledge. For a long time, Sciences remained apart from ontological reflections due to the presumed abyss between Science and Philosophy. At this core, the work begins by describing the problem of knowledge in Modernity to demonstrate its ontological impertinence through the adoption of the phenomenological framework mobilized by Martin Heidegger. Modern Sciences, because they are based on the Cartesian scientific model (...)
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  16.  21
    Propriedade e apropriação em Hannah Arendt.Cícero Oliveira - 2021 - Perspectivas 6 (2):132-147.
    O pensamento político de Hannah Arendt é marcado por uma rigorosa distinção entre as esferas privada e pública das relações. Não obstante, Arendt sustenta uma feição não privativa da vida privada especialmente ligada ao sentido político da propriedade. Em seu diagnóstico crítico acerca da modernidade, presente em A condição humana, ela sustenta que a dissolução desse vínculo fundamental, a compreensão moderna da política como uma sociedade de proprietários (liberalismo) e a conversão da riqueza em preocupação coletiva compõem o quadro de (...)
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  17. A vueltas con una terapéutica heideggeriana: cuando ya no hay asideros / Heideggerian therapeutics: when there are no more handles.Fernando Gilabert - 2024 - In Begoña Román, Josep María Esquirol & Iria Rodríguez, Actas del XI Congreso Internacional de Bioética. Filosofía y Salud Mental. Depresión y Mundo. Barcelona: Aporía - Universidad de Barcelona - Sant Pere Claver. pp. 39-50.
    La fenomenología hermenéutica desplegada por Heidegger en su camino de pensamiento ha inspirado diversas propuestas terapéuticas que toman como base sus planteamientos filosóficos. A partir del ejemplo del trato terapéutico de la depresión se tratará de exponer qué puede aportar el análisis de la existencia en clave heideggeriana a las ciencias de la psique. Aquí se empleará el existenciario del mundo y de la mundanidad de la existencia (Dasein), pues en la situación depresiva el mundo que parece "solido" en (...)
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  18.  1
    La primacía de la vida práctica: el hallazgo fenomenológico de Scheler silenciado por Heidegger.Miguel Armando Martínez Gallego - 2024 - Pensamiento 80 (308):433-454.
    En este trabajo respondo a las críticas dirigidas en Ser y tiempo contra la fenomenología scheleriana del valor, que se amparan en la omisión de la correspondiente teoría fenomenológica de los tipos de unidad cósica. Tras mostrar que los reproches de Heidegger no alcanzan el punto de vista defendido por Scheler, evidencio que este no solo anticipa en más de una década, dentro de la propia fenomenología, la tesis de la primacía de la vida práctica sostenida en Ser y tiempo, (...)
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