Results for ' Iluminismo.'

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  1.  16
    O iluminismo relutante de Jean-Jacques Rousseau.Hélio Alexandre Da Silva - 2014 - Philósophos - Revista de Filosofia 19 (1):35-62.
    This essay aim to highlight some tensions existing in Rousseau's work that forwards a reading of his work from the point of view of the notion of a reluctant Enlightenment. The avail of this notion seems relevant to the extent that some principles guiding the Rousseau’s work are constantly confronted by the difficulties presented by History. Thus, Rousseau must manage deal with tensions which emerges from inside of his thought, such as: reason and sensibility, public education and private education, reason (...)
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  2.  5
    Iluminismo francês.Catherine Larrère & Antônio Carlos dos Santos - 2024 - Discurso 54 (2):6-13.
    The aim of this article is to think about the conceptual specificities of the French Enlightenment. It is divided into three parts: in the first, the opposition between Enlightenment (in the singular) and Enlightenment (in the plural) will be analysed, which will allow us to consider issues related to knowledge; in the second, the distinction between Enlightenment and Aufklärung will be addressed and will refer to the relationship between knowledge and morality; in the third and final part, the question of (...)
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  3.  14
    Iluminismo Colonial. A natureza e os índios no poema de Basilio da Gama, “O Uraguai”.Sônia Campaner Miguel Ferrari - 2018 - Educação E Filosofia 32 (64).
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  4.  5
    O iluminismo experimental da Grã-Bretanha.Penelope J. Corfield & Marcos Balieiro - 2024 - Discurso 54 (2):14-22.
    This paper aims at presenting an overview of the Enlightenment as it took place in eighteenth-century Britain. Throughout the text, this movement will be shown not only in terms of its philosophical aspects, but also considering the work of scientists and literati in general. The picture that will emerge from this will be that of a period concerned not only with rationality, but also with innovation, guided by a knowledge with strongly experimental overtones. Considerations will be presented not only about (...)
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  5.  41
    Filosofia E literatura no iluminismo alemão: A questão da tolerância religiosa no Nathan der Weise, de Lessing.Mario Videira - 2011 - Trans/Form/Ação 34 (s2):57-74.
    O presente artigo aborda a questão da tolerância religiosa no Iluminismo alemão, por meio da análise e interpretação de trechos selecionados da peça Nathan der Weise (1779), de Lessing. Pretende-se mostrar que essa obra tem sua origem intimamente ligada ao debate teológico (“Fragmentenstreit”) entre Lessing e o pastor Johann Melchior Goeze, de Hamburgo, podendo ser lida como uma reação e uma resposta às críticas e objeções deste último.
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  6.  26
    Iluminismo E coerção.José N. Heck - 2002 - Philósophos - Revista de Filosofia 7 (1).
    A Doutrina do direito apenas nas últimas décadas voltou a merecer o interesse dos estudiosos da filosofia. O presente texto procura mostrar a filiação iluminista da ciência kantiana do direito. O artigo privilegia o caráter racional das concepções jurídicas do pensador alemão.
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  7.  17
    O Iluminismo Político em Portugal no século XVIII.Adriano Moreira - 1981 - Cuadernos Salmantinos de Filosofía 8:191-206.
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  8.  17
    Iluminismo aristocrático no período de Humano, demasiado Humano.Ivo Silva Júnior - 2018 - Discurso 48 (2):109-120.
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  9.  44
    A opacidade do iluminismo: O racismo na filosofia moderna.Érico Andrade - 2017 - Kriterion: Journal of Philosophy 58 (137):291-309.
    RESUMO O objetivo central do presente artigo é entender as razões filosóficas para o discurso racista no iluminismo. A minha hipótese é de que a filosofia colocou no mesmo patamar de certeza as verdades científicas sobre os objetos naturais e o conhecimento dos diferentes povos. Com isso, ela se autorizou a traçar um horizonte impessoal e objetivo para o qual todos os povos deveriam caminhar no intuito de garantirem a maioridade da razão. Quando determinou o modelo europeu como esse horizonte, (...)
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  10.  31
    O racismo no Iluminismo: notas sobre crítica filosófica e história da filosofia.Rodrigo Brandão - 2023 - Dois Pontos 20 (2).
    O presente artigo apresenta uma série de considerações sobre o tema do racismo no pensamento Iluminista com a intenção tanto de contribuir para a análise dos fundamentos do racismo moderno quanto para apresentar uma defesa da história da filosofia como disciplina capaz de auxiliar a tarefa de crítica filosófica de nosso presente. Em primeiro lugar, sugere uma série de reflexões gerais sobre maneiras de abordar e aprofundar a reflexão sobre o racismo no pensamento moderno, sobretudo no século XVIII. Em segundo (...)
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  11.  34
    A divisão da cristandade: da reforma protestante à era do iluminismo - Resenha.Claudia Danielle Andrade Ritz - 2016 - Horizonte 14 (44):1665-1674.
    Livro: DAWSON, Christopher. A divisão da cristandade : Da reforma protestante à era do iluminismo. São Paulo: É Realizações Editora, 2014.
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  12.  10
    Homo relativus: del iluminismo a Matrix: una historia del relativismo moderno.Iñaki Domínguez - 2021 - Tres Cantos, Madrid-España: Akal.
  13.  62
    Hermenêutica e teoria crítica: iluminismo como política.Dick Howard - 1994 - Trans/Form/Ação 17:51-61.
    O presente artigo, analisando a hermenêutica de Gadamer e a teoria crítica de Horkheimer e Marcuse, procura mostrar que, se se concebe a sociedade moderna do ponto de vista do político, é possível elaborar uma teoria da modernidade em que ambas, em vez de se oporem, sejam complementares.This paper analyses Gadamer's hermeneutics and the critical theory of Horkheimer and Marcuse. It tries to show that, if modern society is conceived as political, then it is possible to elaborate a theory of (...)
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  14. Sociedade complexa, iluminismo pedagógico e pedagogia latino-americana.Pedro Goergen - 2018 - In Andrea Díaz, Margarita Sgro & Pedro Goergen, Teoría crítica de educación y teoría crítica de la sociedad: perspectivas en diálogo. Tandil [Argentina]: Editorial UNICEN.
     
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  15.  33
    Dialéctica del iluminismo, de M. Horkheimer y TW Adorno.Julio Carabaña Morales - 1971 - Teorema: International Journal of Philosophy 1 (2):167-169.
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  16.  44
    A barbárie da reflexão E a decadência da moral: A crítica de Vico à cultura do iluminismo.Humberto Aparecido de Oliveira Guido - 2002 - Philósophos - Revista de Filosofia 7 (2).
    Este artigo apresenta o projeto de G. Vico para o estabelecimento da ciência moral. Vico esteve empenhado na emancipação do estudo das manifestações objetivas do espírito por intermédio da reforma do racionalismo cartesiano. A crítica ao iluminismo é feita com a retomada do conceito de barbárie no âmbito da filosofia, contrapondo-o ao conceito de esclarecimento do Século das Luzes.
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  17.  15
    "O Montaigne dos Ingleses" ou "o Detrator mais Ultrajante das Virtudes Humanas"? Recepção de Mandeville na França do Iluminismo.Béatrice Guion - 2024 - Revista de Filosofia Moderna E Contemporânea 10 (3):153-180.
    Mandeville suscitou certo interesse na França do Iluminismo, como pode ser visto nas resenhas de suas obras em periódicos, bem como nas inúmeras discussões que ensejaram entre grandes autores. Sua recepção é mista: se ele pode aparecer aos filósofos como um aliado na luta contra a ortodoxia religiosa por meio de sua crítica ao clero e sua apologia do luxo, estes últimos contestam várias de suas afirmações principais, que decorrem da hipótese egoísta: sua avaliação negativa do amor-próprio e do interesse, (...)
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  18.  11
    Entre o elogio e a suspeita: considerações sobre o iluminismo em Foucault e Kant.Rafael Nogueira Furtado - 2016 - Griot : Revista de Filosofia 13 (1):56-69.
    O artigo busca evidenciar os pontos de contato entre as análises de Foucault e Kant sobre o Iluminismo. Ademais, cumpre explicitar a relação ambivalente da filosofia contemporânea com a razão esclarecida, ora considerada responsável por práticas de dominação, ora como condição de possibilidade para a autonomia e liberdade. Partindo da declaração de Foucault sobre seu trabalho situar-se na tradição crítica kantiana, trata-se de compreender como os dois filósofos problematizaram o processo de saída do homem de sua menoridade.
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  19.  8
    As razões do iluminismo.Sérgio Paulo Rouanet - 1982 - [São Paulo]: Companhia das Letras.
  20.  32
    A Religião e o Esgotamento do Iluminismo - Estudo de Filosofia da Religião a Partir da Dialética do Iluminismo.Manoel Ribeiro Moraes Junior - 2016 - Horizonte 14 (43):937-951.
    Studies of religion in Renaissance and Enlightenment modernity were always under the conditions of the emancipatory promises of secular knowledge, technology experimental and critical traditions, aiming at social emancipation from the old ways of thinking and society. However, the disasters of the great wars and the problems arising from political and economic forms of technical and bureaucratic characteristics favored painful ailments and even bloody in the twentieth century. Religion has always been treated in the size of traditional societies, of which (...)
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  21.  8
    Religión e Ilustración. El proceso de la teología a la filosofía de la religión durante la era del Iluminismo.José María García Gómez-Heras - 1978 - Cuadernos Salmantinos de Filosofía 5:5-40.
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  22.  4
    Liberdade política e sexual das mulheres no Iluminismo brit'nico.Mariana Dias Pinheiro Santos - 2024 - Prometeus: Filosofia em Revista 16 (46).
    Pretende-se analisar a liberdade sexual e política das mulheres nas luzes britânicas a partir de uma investigação dos escritos de Bernard Mandeville e Delarivier Manley. O primeiro se apresenta como um pensador que se difere, profundamente, da maior parte dos filósofos da república das letras, no que diz respeito às análises e observações geralmente legadas ao sexo feminino, já que reconhece a desigualdade entre os sexos como artificial. Já a segunda, também partindo de uma consideração acerca das desigualdades artificiais, fornece (...)
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  23.  40
    Entre a Turquia e a Pérsia: as imagens sobre os muçulmanos nas narrativas de viagem e no Iluminismo - doi: 10.4025/dialogos.v17i2.761. [REVIEW]Marina Juliana de Oliveira Soares - 2013 - Dialogos 17 (2).
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  24. Hipocrisia ou polidez? Boas maneiras no iluminismo britânico.Mariana Dias Pinheiro Santos - 2021 - Controvérsia 17 (3):96-122.
    A Grã-Bretanha setecentista foi um dos períodos mais preocupados e que mais escreveu sobre galanteria, moral, modéstia, virtudes, cavalheirismo e boas maneiras; em uma palavra: polidez. Uma das razões que justifica a preocupação de grande parte dos autores britânicos com esse tema (Hume, Chesterfield, Gregory, Mandeville, Wollstonecraft, Fordyce, Shaftesbury – só para citar alguns) estaria atrelada a uma necessidade de evidenciar a diferença entre os povos bárbaros e os civilizados. As boas maneiras seriam um dos principais divisores de águas entre (...)
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  25.  27
    Illustrated Shades on the Critique of Pure Reason The Kantian Strategy Regarding the Problem of the German Enlightenment.Miguel Alejandro Herszenbaun - 2016 - Ideas Y Valores 65 (161):23-42.
    Se busca precisar cómo la Crítica de la razón pura responde al problema fundamental del Iluminismo alemán: la articulación entre la autoridad de la razón y la fe. Kant busca rescatar las intenciones del racionalista dogmático -compatibilizar la fe y la razón-, pero rechaza el racionalismo y su método. La "Antinomia de la razón pura" y la "Disciplina de la razón pura" llevan a cabo esta estrategia: la primera evidencia que el racionalismo no puede fundamentar la fe por medio de (...)
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  26.  22
    Christian thomasius E a aufklärung.Diego Kosbiau Trevisan - 2020 - Kriterion: Journal of Philosophy 61 (145):151-172.
    RESUMO O presente artigo discute o papel de Christian Thomasius como pioneiro da Aufklärung, bem como a especificidade desta no contexto mais amplo do Iluminismo. A partir de uma discussão sobre os recentes estudos acerca do Iluminismo, será extraída uma diretriz interpretativa para avaliar a peculiaridade política e filosófica da Aufklärung. ABSTRACT This paper discusses the role of Christian Thomasius as a pioneer of the Aufklärung and the specific position of the latter in the broader context of the Enlightenment. Departing (...)
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  27.  12
    Apologia da apologia da letra h.Daniel Temp - 2024 - Cadernos de Filosofia Alemã 29 (1):79-90.
    A diatribe de Hamann contra os pretensos dogmas do Iluminismo representa uma advertência ainda pertinente no que diz respeito às ilusões que podem acometer a reflexão filosófica, sobretudo hoje, numa época em que o linguajar algorítmico próprio de alguns segmentos da ciência mostra-se propenso a abocanhar fatias cada vez maiores do nosso imaginário. Ao menos é isso o que reivindica o presente ensaio ao reconstruir as diatribes de Hamann contra um de seus contemporâneos para, em seguida, imprimir-lhes um novo fôlego (...)
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  28.  39
    Mal-estar na modernidade: ensaios.Sérgio Paulo Rouanet - 1993 - São Paulo, SP: Companhia Das Letras.
    Em As razões do Iluminismo, Sergio Paulo Rouanet refletiu sobre as tendências irracionalistas no Brasil e no mundo, e tentou opor a essas tendências um Iluminismo reformulado. Neste novo livro, dá um conteúdo conceitual mais preciso à idéia iluminista, a partir do funcionamento, em três configurações históricas - a Ilustração, o liberalismo e o socialismo -, dos momentos constitutivos do Iluminismo, que para Rouanet são a universalidade, a individualização e a autonomia.O autor explora sob vários ângulos esse tema, em ensaios (...)
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  29.  25
    Ética originária e práxis racionalizada.Zeljko Loparic - 2001 - Manuscrito 24 (1):141-228.
    O presente artigo começa pela crítica do projeto de Tugendhat de tomar a análise da linguagem do segundo Wittgenstein como o método geral da filosofia, em particular, da filosofia moral, para em seguida, tentar decidir se o mesmo método pode ser usado como procedimento de leitura da analítica heideggeriana do Dasein. Na continuação, proponho-me a examinar se o programa de Tugendhat de racionalizar o agir humano, herdado do iluminismo, pode servir de quadro teórico para compreender a fenomenologia heideggeriana da responsabilidade.
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  30.  41
    Ideias do século das luzes.Denylson Douglas de Lima Cardoso & Nelson Pereira de Sá - 2022 - Filosofia E Educação 14 (2):73-95.
    O artigo elenca os elementos que demarcaram o iluminismo e suas influências na educação a partir do século XVIII. O estudo visa responder: o que foi o século das luzes e quais as suas contribuições para a educação? Como instrumento da coleta de dados priorizou-se o uso de textos em três momentos, a saber: primeiro - dos tipos “resposta à pergunta o que é o Esclarecimento?; segundo - análises sobre o pensamento rousseauniano a partir dos textos “Emílio ou da educação” (...)
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  31.  58
    Prometeu: a sabedoria pelo trabalho e pela dor.Celso Candido Azambuja - 2013 - Archai: Revista de Estudos Sobre as Origens Do Pensamento Ocidental 10:19-27.
    Exploramos aqui as conexões do mito de Prometeu com o nascimento do iluminismo ocidental. O estudo tem como base as obras de Hesíodo e Ésquilo, a partir das interpretações de Werner Jaeger e Junito Brandão. Nos poemas de Hesíodo, Prometeu é aquele titã que roubou o fogo de Zeus para entregá-lo à humanidade. Por este gesto, Prometeu e seus protegidos são duramente castigados por Zeus. Assim, mergulhados em um mundo de incontáveis e incontornáveis males, os homens, honestos, conquistam a esperança (...)
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  32.  29
    Kant e o Poder da Imaginacao.Jane Kneller - 2010 - Sao Paolo: Madras Editora.
    Neste livro, Jane Kneller foca o papel da imaginação como uma força criativa na estética de Kant e em toda sua filosofia. Ela analisa a explicação de Kant para a liberdade imaginativa e a relação entre a representação imaginativa livre, o social humano e o desenvolvimento moral, mostrando várias formas nas quais sua estética da reflexão desinteressada explica o interesse moral. Ela localiza esses aspectos da teoria estética de Kant dentro do contexto estético alemão do século XVIII, argumentando que sua (...)
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  33.  13
    Storia Dei filosofi E teologia Della storia in Agostino E nell'età medievale'.Gregorio Piaia - 1997 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 42 (3):505-514.
    A costumeira afirmação de que a historiografia nasce com o iluminismo deixa, por vezes, de lado o fato de que no passado também se pensou em categorias históricas e fez-se uma história dos filósofos e uma teologia da história, com os recursos e técnicas que nem sempre são bem conhecidas.
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  34.  31
    Influencia del proceso de codificación del derecho penal de la ilustración europea, en la República de la Nueva Granada.Alejandro Tascón Montoya, Gloria Lucía Arango Pajón & Julián Esteban Beltrán Echeverri - 2020 - Ratio Juris 15 (30).
    El lector se encontrará en el presente trabajo con dos capítulos en los cuales se aborda de manera clara e histórica el proceso de codificación europea en el periodo del iluminismo o siglo de las luces, sobre todo en lo que tiene que ver con la codificación en materia de Derecho Penal, en el segundo capítulo se aborda esa influencia del proceso de codificación europeo en el proceso de codificación en América Latina, haciendo énfasis en el impacto de dicho proceso (...)
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  35.  48
    (1 other version)Materialismo e história: o caso do Barão d'Holbach.Maria das Graças De Souza - 2011 - Doispontos 8 (1).
    We aim, in the first place, to examine at what extent Holbach´s materialistic monism, as presented in his System of nature (1770), allows us to formulate an original conception of history, so that we can, secondly, ascertain whether this conception of the general course of human events could be identified in his Natural history of superstition.
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  36.  15
    James Scott e a origem agrária do estado: um rousseauismo inconfesso.Mauro Dela Bandera - 2022 - Trans/Form/Ação 45 (3):207-230.
    Resumo: A narrativa de Rousseau sobre a origem do Estado foi retomada nos últimos séculos por diversas tradições, fazendo-se notar no seio do iluminismo escocês e nos trabalhos de Engels. James Scott, em seu recente livro Contra o grão, de 2017, ecoa algumas teses de Rousseau. Dentre tantos pontos de convergência, três se destacam e serão analisados no decorrer deste artigo: i) de um lado, a variedade dos modos de ser e de se relacionar com a natureza dos povos sem (...)
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  37.  34
    Experiência místico-religiosa como ponto de partida da análise da práxis cristã.André Anéas - 2016 - Revista de Teologia 10 (18):61-75.
    Esta pesquisa se propõe a ser uma forma de análise da práxis cristã, tendo como ponto de partida a experiência místico-religiosa. A resposta de Friedrich Schleiermacher ao Iluminismo tem muito a nos beneficiar, principalmente se levarmos em consideração as críticas de Rudolf Otto. A compreensão do “sentimento de dependência” em Schleiermacher, que se torna em Otto “sentimento de criatura”, e a realidade da experiência de Deus que se conecta à práxis, nos fornecem um excelente ponto de partida para compreensão daquilo (...)
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  38.  27
    Filosofia e Pós-modernismo Profético: Para uma Pós-modernidade Católica.John D. Caputo - 2004 - Revista Portuguesa de Filosofia 60 (4):827 - 843.
    A pós-modernidade sublinha o papel produtivo da diferença, em oposição à predilecção "moderna" ou do Iluminismo pela universalidade, comunalidade, consenso, bem como por aquilo que os modernos chamam "racionalidade". Segundo o autor do artigo, existem duas variedades distintas desta filosofia da diferença, dependendo de qual predecessor do século XIX – Nietzsche ou Kierkegaard – se prefere, de modo que o artigo distingue entre um pós-modernismo "dionisíaco" e outro de carácter mais "profético". A maioria das objecções que se fazem contra o (...)
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  39.  18
    Os influxos hegelianos em Charles Taylor - Identidade moderna, políticas de reconhecimento e eticidade.Fabio Caprio Leite de Castro - 2019 - Pensando - Revista de Filosofia 9 (18):3.
    No debate cada vez mais urgente acerca das condições da democracia, sobressai-se o tema do reconhecimento de demandas individuais e coletivas. Na busca de uma avaliação consistente desse tema a obra de Charles Taylor apresenta-se como um importante balizador. Uma das preocupações centrais no pensamento do filósofo canadense é construir uma metodologia capaz de colocar em relevo a formação e a evolução do problema da identidade, eixo sem o qual o próprio discurso sobre a democracia e a participação política permanece (...)
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  40. El caso de la cuestión judía como incumplimiento de la promesa de la ilustración: un análisis de la noción de incumplimiento de Hans Kellner.Gabriela Dranovsky - 2019 - Páginas de Filosofía 20 (23):161-183.
    En el siguiente artículo se analiza "Hopeful Monsters or, The Unfulfilled Figure in Hayden White´s Conceptual System", donde Kellner demuestra que la teoría de la figuralidad está latente desde el inicio de la teoría de Hayden White. Además, aplica el análisis figural a la propia obra de White afirmando que la teoría de los tropos será cumplimentada por el emplotment que, a su vez, será cumplimentado por el figuralismo. Luego se sigue el desarrollo de Kellner que muestra que en los (...)
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  41.  22
    The disintegration of social mind.Nathan Houser - 2019 - Cognitio 20 (1):62-76.
    O trumpismo nos Estados Unidos, assim como outras erupções populistas ao redor do mundo, demonstra que valores fundamentais herdados pelo Iluminismo são muito menos seguros no Ocidente do que fora presumido. Estima pela racionalidade e conhecimento objetivo e o respeito pela liberdade individual vem sendo enfraquecidos pela dissolução da sociedade em facções intransigentes. O abandono de princípios centrais que por muitas gerações serviram como base comum para a civilização Ocidental, fragmentou a sociedade Ocidental em campos aparentemente irreconciliáveis, não mais sujeitos (...)
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  42.  46
    Solipsismo e conjecturalidade.João Paulo Monteiro - 2005 - Discurso 35:217-238.
    Como o solipsismo metodológico, recusando tanto o "pós-modernismo relativista", o "neo-iluminismo" e qualquer espécie de fundacionismo, pode estabelecer um núcleo de verdades imunes ao ceticismo radical? A supra-conjecturalidade deste solipsismo é o expediente metodológico que baliza as escolhas neste âmbito mais amplo que é o da conjecturalidade. Se neste território a falibilidade é sempre possível, também é nele que se encontra a única racionalidade que somos capazes de constituir. E também as melhores teorias capazes de dar conta de nossas experiências.
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  43.  60
    ¿ Abismo o armonía entre la imaginación y la razón? Una aproximación crítica a la Religionskritik Spinozas de Leo Strauss1.Agustín VoLCo & Guillermo SIbILIA - 2009 - Foro Interno. Anuario de Teoría Política 9:87-110.
    En su Religionskritik Spinozas Leo Strauss sostiene que la crítica de la religión de Spinoza se expresa y fundamenta “en la alternativa cruda y desnuda entre la superstición, el prejuicio, la barbarie, la ignorancia, las tinieblas de un lado, y la razón, la libertad, la cultura, las luces, del otro”. La critica spinoziana de la religión aparece entonces, de acuerdo con Strauss, como “la critica…operada por el Iluminismo mas radical”. Un abismo se abre entre la vida del sabio regida por (...)
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  44. Diderot E Kant: Esclarecimentos.Paulo Jonas de Lima Piva - 2013 - Cadernos de Ética E Filosofia Política 22:53-70.
    The purpose of this essay is to analyze and relate two proposals for illustration made by the European philosophy of the eighteenth century, their singularities and seeking more differences than their commonalities. Both of them were developed in countries with different cultural and political conjunctures and based on the peculiarities of their respective enlightenments. This is the Aufklärung of Immanuel Kant (1724-1804), who became famous with the booklet Answer the question: what is "Enlightenment"?, written in 1784, and the Lumières embodied (...)
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  45.  10
    A filosofia e seus outros: entusiasmo e fanatismo nos séculos 17 e 18.Felipe Cordova - 2022 - Griot : Revista de Filosofia 22 (1):12-21.
    The notions of enthusiasm and fanaticism, besides the fact that they were associated with the concrete phenomenon of religious zeal at the time of the Reformation, were also, throughout the 17th and 18th centuries, the object of a literature that built a specific image of the so-called enthusiasts, be they the English Puritans, the Huguenot prophets or the Jansenist convulsionaries. By constructing this image, literature – philosophical, medical or satirical – produced at the same time the specular image of itself, (...)
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  46.  12
    Apresentação do dossiê: Teoria Crítica 100 anos.Rafael Cordeiro Silva, Ana Paula de Ávila Gomide & Sertório de Amorim E. Silva Neto - 2024 - Educação E Filosofia 37 (81):1541-1546.
    Na semana de Pentecostes de 1923, reuniu-se em um hotel na cidade de Ilmenau na Turíngia, região central da Alemanha, um grupo de intelectuais em um encontro que foi denominado “Semana de Trabalho Marxista” (Marxistische Arbeitswoche). Dele participaram seu idealizador – Felix Weil – e cerca de 20 pessoas. Destacaram-se entre os participantes Friedrich Pollock e Karl August Wittfogel. A intenção da “Semana de Trabalho Marxista” era discutir as obras Marxismo e filosofia, de Karl Korsch, e História e consciência de (...)
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  47.  24
    Revisitando dois paradigmas na Ciência da Religião.Eduardo Rodrigues da Cruz - forthcoming - Horizonte:589-589.
    O estudo da religião envolve tipologias para o investigador na compreensão teórica do campo. Propõe-se aqui uma tipologia em termos de paradigmas, o newtoniano e o romântico. Após uma explicação sobre o significado da nomenclatura, colocam-se no início histórico de primeiro paradigma as regras de método do próprio Newton. Desenvolve-se daí uma das noções de razão no iluminismo, que por sua vez permitiu a elaboração do pensamento positivista no sec. XIX. Nomes importantes para a ciência da religião foram citados, como (...)
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  48.  26
    O Crepúsculo Da Razao: Marx, Nietzsche e Freud e o desvanecer da subjetividade iluminista.Celso Candido de Azambuja - 2012 - Revista Portuguesa de Filosofia 68 (3):507-520.
    Resumo Neste trabalho procura-se, de forma introdutória, uma via de acesso para a compreensão da condição humana a partir da leitura crítica ao iluminismo ocidental realizada por Marx, Nietzsche e Freud. Para tanto, explora-se inicialmente o problema da emergência da subjetividade iluminista no contexto da cultura grega como fenômeno agonístico e indica-se o nascimento da tradição iluminista a partir das obras de Hesíodo e Ésquilo. Em seguida, discute-se a posição da modernidade ilustrada desde a perspectiva kantiana. Desde então, elabora-se a (...)
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  49.  2
    O Ensaio Como Teoria Crítica Na Literatura de Saramago.Lucas Fernando Gonçalves - 2024 - Kínesis - Revista de Estudos Dos Pós-Graduandos Em Filosofia 16 (40):324-337.
    O presente artigo tem como objetivo apresentar os elementos constitutivos da arquitetura literária de Saramago. Através do método epistemologia do romance em diálogo com o materialismo-dialético, abordaremos cinco conceitos: o Iluminismo, de Immanuel Kant; o Contemporâneo, de Giorgio Agamben; a Teoria Crítica, que decorre de Karl Marx e da Escola de Frankfurt; o Ensaio, de Theodor Adorno e o Narrador, pensado pelo Walter Benjamin. A relevância deste estudo está na suma importância de afirmar em tese o posicionamento de teórico crítico (...)
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  50.  20
    Notícias de mão.António Coimbra Martins - 2005 - Cultura:317-324.
    Enquadradas no género das "nouvelles à la main" francesas, as gazetas manuscritas da Biblio­teca Pública de Evora são um enorme repositório de informação para a história do tempo de D. João V. Nele se encontram notícias de toda a Europa, dos vários governos ultramarinos, do quotidiano das ruas da corte e, sobretudo, da "primeira nobreza" do Reino. Estas são, assim, as últimas minas de ouro para o conhecimento do "alvorecer do Iluminismo" em Portugal.
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